Sofia C. Pereira

Were you in my dreams? / Será que sonhei consigo?

Some weeks ago, I had a crazy restless sleep, repeatedly waking up feeling anxious from a dream and in a semi-conscious state thinking how important it was to know what was so valuable about what I did for my super-hero clients. Each time I woke up I would change position and try to go back to sleep thinking to myself… next time we meet, just ask and listen to what they say… you will get concrete answers, don’t worry. In the morning, I woke up feeling like I had been on a 7-hour roller coaster ride. However, it has become clear to me that somehow that night helped resolve something in a very similar way that I always resolve math, science, or other conundrums in my sleep.

Now that some time has passed, I’ve had some time to decode the many complex messages and possible reasons for such a restlessness night. The “why” is probably the easiest, and likely due to the constant message from my coaching team and friends in business telling me I need to define my target market. This, I must admit, has been very difficult for me to do in a way that pleases them. At this point, my youngest client is 15 (and was 14 when we started) and the eldest 80. Just like from all my other clients whose age is between these two, the experience I gain from each one of these wonderful people has increased my knowledge of health as well as my capacity to coach more effectively. In fact, I believe that age is like time, a bit fuzzy… just think, the 80-year-old was once 15 and hopefully the 15-year-old will one day be 80. Anyway, not to linger on this too long, after one year of coaching and feeling like I do make a difference, I must answer intuitively and sincerely that my target market is people! That brings me to the most important issue, not all people.

Although I don’t have a specific type of person as my target market whose name, car, pet, kids, profession, etc, that I can clearly define, I am very aware of who I can’t and don’t want to coach. This has become very clear over the past year, and more specifically with three very nice people that are no longer on my client list. Meeting after meeting, it became obvious to me that there was no willingness to put in the work to explore their limits and to change, and we were both wasting our time. Good, situation quickly resolved. Move on. But now back to the ones that are willing to put in the effort, who are those? Well, in truth, I am privileged to coach several highly complex, intelligent people who have multi-faceted lives and are interested in vesting time and energy to go beyond their current limits and be their best possible selves. This may sound a bit vague to you, but it’s not. That’s where the super-hero comes in. Just think about it, replace the word “hero” in super-hero by a combination of the following words (with the relative importance of each being dynamic); athlete, partner, friend, parent, student, son or daughter, architect, coach, doctor, ultimate player, lawyer, scientist, writer, teacher, photographer, business man, professional etc. and you have defined my clients.

So, you may ask, why super-heroes? Great question. If I trust my sub-conscious sleeping mind that my clients are super-heroes, then I guess the question of “how do I help?” becomes relevant. Logically thinking about this and breaking it up into digestible parts, here go my ideas. After watching (and thoroughly enjoying) many super-hero movies over the last 5 decades one thing became clear to me. You never see super-heroes sitting down to a relaxed healthy meal or going grocery shopping at the organic food market. Also, they seem to be so busy solving the WORLDonopolis problems that they hardly sleep. I guess they get plenty of exercise putting into effect their superpowers, but food and sleep are essential for health and longevity. If you think about it, these, along with exercise, are the first things to suffer in a busy complex life. So this is my first and very important function, helping empower the empowered not to lose track of the basics. This is where my science and nutrition knowledge comes in handy. Since I am a natural rebel, I hate being told what to do. As such, I also don’t tell my clients what to do but rather study and give them the knowledge to make the decisions themselves. In my experience, this very fulfilling period takes 2-3 months of regular meetings of personal experiments and self-exploration.

Once the basics are established (keep in mind, the details of how these basics are met are dynamic and adjust constantly as needs change), the door for each client’s greatness opens wide. This is my other important role as a coach, to help define and delineate the path to reach personal goals. Funny how this can be reduced to such a simple sentence, where in fact it is a very personal and complex issue. Here is where all the fears, doubts, insecurities, and “what ifs” are explored and dealt with in a positive and in-depth manner. Then comes the fun part, making it happen! Their successes are not at all my merit, but having regular meetings where there is an analysis of successes and failures and re-adjustment of the plan of action really helps. Currently, all my super-hero individual clients are at this phase, and I am so proud to be part of their process. Also, I must thank them for my restless night, which allowed me to define my purpose and function as a health coach.

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Será que sonhei consigo?

Algumas semanas atrás, passei uma noite extremamente irrequieta, a acordar repetidamente em ansiedade e a pensar num estado semiconsciente que tinha mesmo que saber porque é que o que eu fazia com os meus clientes super-heróis era tão importante. Cada vez que acordava, mudava de posição e adormecia a pensar comigo mesma… a próxima vez que tiveres um encontro, tens que perguntar e ouvir o que dizem, não te preocupes, vais ter respostas concretas. De manhã, acordei com a sensação que tinha andado de montanha russa durante 7 horas. Hoje depois de ter passado algum temo, é claro para mim que aquela noite resolveu algo para mim, de modo semelhante de como resolvo problemas de matemática, ciência ou outros enigmas enquanto durmo.

Com a passagem do tempo, acho que conseguidescodificar as possíveis mensagens e razões para uma noite tão malpassada. O “porquê” é a parte mais fácil, e provavelmente provocado pela mensagem constante da minha equipa de coaching e de conselheiros profissionais que tenho que definir o meu mercado alvo. Tenho que admitir que isto tem sido extremamente difícil para mim. Neste momento, o meu cliente mais novo tem 16 anos (tinha 15 quando começamos) e o meu cliente mais velho 80. Tal e qual como com todos os meus outros clientes com idades entre estes dois, a experiencia que ganho com cada uma destas pessoas fantásticas é uma mais valia para a mim como pessoa e como health coach. Por acaso, acredito que a idade é um pouco como o tempo (a hora), um pouco turvo… se pensarmos bem no assunto, a pessoa com 80 anos já teve 15 e a de 15 se tudo correr bem há de ter 80. Bem, não vale a pena ficarmos por aqui, o que é certo é que após um ano a praticar coaching e a sentir que o que eu faço faz diferença na vida das pessoas, tenho que seguir os meus instintos e intuição e assumir que o meu mercado alvo são pessoas! O que me leva a um assunto importante, pessoas mas não todas as pessoas

Apesar de não ter um “cliente tipo” como alvo, em que eu tenha em mente o seu tipo de vida, carro, animal de estimação, profissão, etc. é muito claro para mim o tipo de pessoa que não ia conseguir e que nem quero tentar ser coach. Neste ultimo ano aprendi sobre isto com três pessoas que já não fazem parte da minha lista de clientes. Apesar de serem “boa gente”, o que acontecia é que encontro após encontro, era claro que não havia vontade de fazer o esforço para explorar limites pessoais. Apesar de haver insatisfação, não havia vontade para mudar… e, portanto, estávamos a perder o nosso tempo. Se é assim não vale a pena, detesto perder tempo, fica resolvido e o caminho é para a frente. Entretanto vamos voltar aqueles que estão disponíveis para mudar, quem são? Na realidade, tenho a sorte de ser coach de uma série de pessoas altamente complexas e inteligentes com vidas multifacetadas e que estão interessadas em investir tempo e energia para ultrapassar os seus limites atuais e serem o melhor de si. Isto pode parecer um pouco vago, mas não é. Aqui é que entra o super-herói. Vamos lá brincar um pouco, é só substituir a palavra “herói” do super-herói por uma combinação das seguintes palavras (com importâncias relativas entre si variáveis e dinâmicas); atleta, parceiro, pai, mãe, estudante, filho ou filha, treinador, médico, amigo, advogado, cientista, escritor, fotografo, profissional, etc. e acabou de definir os meus clientes.

O leitor até pode pensar, “mas porquê super-heróis? “. Boa pergunta, mas se confiarmos na minha mente subconsciente em estado de sono agitado que os meus clientes são de fato super-heróis, então a questão relevante torna-se “como é que eu ajudo?”. A tentar pôr lógica e estrutura neste assunto e começando por partes, aqui vão as minhas ideias. Após quase cinco décadas a ver (e gostar imenso) de filmes de super-heróis, uma coisa é obvia para mim. Nunca vimos um super-herói a sentar-se para gozar com calma uma refeição saudável, ou a ir às compras no mercado de frutas e legumes orgânicos. Ainda por cima, estão tao ocupados a resolver os problemas da MUNDÓnopolis que raramente dormem 7 ou 8 horas por noite. É provável que tenham bastante tempo a fazer exercício a pôr em pratica os seus superpoderes, mas a alimentação e o repouso são essências para a saúde e a longevidade. Se pensarmos no assunto, estes e o exercício são os primeiros a sofrer numa vida complicada e sem tempo. E assim chegamos à minha primeira e extremamente importante função, ajudar a manter os básicos em prática. É aqui que o meu conhecimento sobre ciência e nutrição ajuda muito. Como rebelde por natureza, detesto que me digam o que fazer. Assim, também não digo aos meus clientes o que fazer. Em vez disso, estudo, penso e transmito informação de forma a dar o poder de decisão a cada um. Na minha experiência, esta fase é muito positiva e dura cerca de 2-3 meses com encontros regulares, experiencias pessoais e exploração do próprio.

Depois dos básicos estarem alinhados (aqui, é importante lembrar que os detalhes de como cada um vai ao encontro destes mudam perante as necessidades), abre-se a porta para a grandeza presente em cada um de nós. Este é o meu outro papel importante como coach, ajudar a definir e delinear o caminho para atingir objetivos pessoais. Estranho como isto pode ser reduzido a uma simples frase, quando de fato é um assunto tão complexo e intimo. Aqui é onde todos os medos, as dúvidas, inseguranças e os “e se eu…” são explorados e ultrapassados com positivismo. No fim, é este trabalho que permite o resultado final enquanto se aproveita o processo, fazer acontecer! Os sucessos dos meus clientes não são de todo do meu mérito. Por outro lado, os nossos encontros regulares permitem desenvolver ideias , analisar o que funcionou ou não, e ajustar o plano perante a vida ajudam imenso. Neste momento, todos os meus clientes super-heróis estão nesta fase, e sinto um orgulho enorme de ser parte do processo deles. Também não me posso esquecer de lhes agradecer pela aquela noite mal dormida, que me permitiu definir melhor a minha função como health coach.

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